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Sérgio Silva

começou a fotografar profissionalmente em 2011. Em 13 de junho de 2013, foi atingido por uma bala de borracha disparada pela Polícia Militar de São Paulo enquanto cobria uma manifestação violentamente reprimida no centro da capital. Como consequência do disparo, perdeu o olho esquerdo.

Sua experiência como vítima do Estado está traduzida no livro Memória ocular: cenas de um Estado que cega, que publicou pela Editora Elefante em 2018, cinco anos depois do ferimento. É autor do ensaio Piratas urbanos, que lhe rendeu uma exposição individual em 2014, em São Paulo, e coautor, com Luiza Romão, dos vídeo-poemas Coquetel motolove (2016) e do livro Sangria (2017)..

 

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