Rachel Pach investiga avidamente a teoria e a prática das derivas psicogeográficas. É anarco-comunista, situacionista e benjaminiana. Nasceu na Paulicéia Desvairada nos anos 1990 e em 2018 seguia sendo proletária intelectual do Estado (fazendo mestrado em Geografia Humana na Universidade de São Paulo). Pela Editora Elefante, publicou o ensaio Guia Rússia para turismo do colapso, ou: o espetáculo das ruínas construtivistas na Moscou especulada, lançado em 20 de junho de 2018.


 

Daniel Calazans Pierri é mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), onde desenvolveu pesquisas vinculado ao Centro de Estudos Ameríndios (CEstA). Atua como indigenista desde 2005 junto aos Guarani Mbya nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, com ênfase no acompanhamento de processos de regularização fundiária. É associado ao Centro de Trabalho Indigenista (CTI). Pela Editora Elefante, lançou O perecível e o imperecível: reflexões guarani mbya sobre a existência, lançado em março de 2018.

 


 

Alexandre De Maio é uma das maiores referências do país em jornalismo em quadrinhos. Seu trabalho é pautado pela cultura hip hop e por temas sociais. Nascido em 1978, em São Paulo, teve a carreira fortemente influenciada pela cultura de rua. Em 1999, lançou a revista Rap Brasil. Além de colaborar com diversos veículos de imprensa nacionais e internacionais, De Maio é co-autor dos livros Os inimigos não mandam flores (2006) e Desterro (2013), ambos em parceria com o escritor Ferréz, e de Meninas em jogo (2014), com a jornalista Andrea Dip, reportagem em HQ vencedora do VII Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo em 2013 e finalista do Prêmio Gabriel García Márquez em 2015. Neste mesmo ano, Desterro foi traduzido e publicado na França com o título de Favela chaos. Em 2016, De Maio ilustrou Génération favela, de Marie Naudascher e Héléne Seingier, também lançado no país europeu. A reportagem em quadrinhos Raul é seu primeiro livro individual.

 


 

Lucas Bonolo nasceu em 1985, em São Paulo. Graduou-se em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e como documentarista pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba. Frequentou também a Università Degli Studi di Genova, na Itália, a Universidad de Granada, na Espanha, além da antiga ULM Tom Jobim, na capital paulista. Realizou diversos curta-metragens, que participaram de importantes festivais internacionais de cinema. Também atua como fotógrafo e tradutor. Gaia Primavera é seu primeiro livro.

 


 

Sérgio Silva começou a fotografar profissionalmente em 2011. Em 13 de junho de 2013, foi atingido por uma bala de borracha disparada pela Polícia Militar de São Paulo enquanto cobria uma manifestação violentamente reprimida no centro da capital. Como consequência do disparo, perdeu o olho esquerdo. Sua experiência como vítima do Estado está traduzida no livro Memória ocular: cenas de um Estado que cega, que publicou pela Editora Elefante em 2018, cinco anos depois do ferimento. É autor do ensaio Piratas urbanos, que lhe rendeu uma exposição individual em 2014, em São Paulo, e coautor, com Luiza Romão, dos vídeo-poemas Coquetel motolove (2016) e do livro Sangria (2017).

 


 

João Peres é autor de Corumbiara, caso enterrado (Elefante, 2015), livro-reportagem que esteve entre os finalistas do Prêmio Jabuti em 2016 e foi agraciado com o segundo lugar no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo em 2015. Foi editor e repórter da Rede Brasil Atual entre abril de 2009 e novembro de 2014, após ter passado pelas redações das rádios Jovem Pan AM e BandNews FM. É tradutor do livro Uberização: a nova onda do trabalho precarizado, de Tom Slee (Elefante, 2017). Nos últimos anos tem se dedicado a investigar o setor privado. É um dos fundadores do site O joio e o trigo, especializado em política alimentar.

 


 

Moriti Neto é jornalista, com passagens pelo site Rede Brasil Atual, pelas revistas Fórum e Caros Amigos, e pelo blog Nota de Rodapé. Também colaborou com jornais e sites do interior paulista. Recebeu o primeiro e o segundo lugar no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo em 2014 e 2015, e o Prêmio Anamatra de Direitos Humanos em 2016, por reportagens produzidas para a Agência Pública. Como professor, coordenou o jornal Matéria-Prima, do curso de jornalismo da Unifaat, que em 2013 recebeu quatro menções no Prêmio Yara de Comunicação. É um dos fundadores do site O joio e o trigo, especializado em política alimentar.

 


 

Joana Salém Vasconcelos nasceu em São Paulo em 1987. É historiadora formada pela Universidade de São Paulo (USP), mestra em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autora do livro História agrária da Revolução Cubana: dilemas do socialismo na periferia (Alameda, 2017). Faz doutorado em História Econômica na USP, pesquisando a reforma agrária no Chile da Unidade Popular e a contrarreforma de Augusto Pinochet. É professora nos ensinos médio e superior, e fundadora da Rede Emancipa de Educação Popular. Pela Editora Elefante, co-organizou o livro Cuba no século XXI: dilemas da revolução.


 

Bruno Martins Morais é graduado em Direito e mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP). É autor de Do corpo ao pó: crônicas da territorialidade kaiowá e guarani nas adjacências da morte. Tem experiência acadêmica entre povos indígenas de Roraima e junto a comunidades afetadas pelo conflito armado na Colômbia. Entre 2012 e 2014, realizou pesquisa entre os Kaiowá e Guarani no Mato Grosso do Sul — trabalho vencedor do prêmio Anpocs de melhor dissertação em Ciências Sociais, e que agora vem a público com este livro. É sócio do escritório de advocacia Morais & Azanha, e assessor jurídico da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY) e do Centro de Trabalho Indigenista (CTI).

 


 

Tom Slee escreve cética e criticamente sobre o crescimento de novas tecnologias e plataformas globais, com atenção especial à Economia do Compartilhamento. Nos últimos anos, tornou-se um dos principais estudiosos dos problemas provocados pelas corporações do Vale do Silício, na Califórnia. Tem um PhD em química teórica e pós-doutorados nas universidades de Oxford e Waterloo. Nasceu na Grã-Bretanha, em 1959, mas reside no Canadá, e tem uma longa carreira na indústria de software. Além de Uberização: a nova onda do trabalho precarizado, é autor de No One Makes You Shop at Wal-Mart [Ninguém te obriga a comprar no Walmart, editora Between the Lines, 2006], uma investigação sobre escolhas individuais que foi adotada em cursos universitários de economia, sociologia e filosofia. Mantém o site http://tomslee.net/.

 


 

Christian Russau é jornalista e ativista de direitos humanos alemão, mora e trabalha em Berlim. Pela Editora Elefante, publicou Empresas alemãs no Brasil: o 7×1 na economia, editado em parceria com a Autonomia Literária. Estudou Ciências Políticas e Filosofia na Freie Universität e na Universidade de São Paulo, onde defendeu a tese Urteil und Gemeinsinn. Ein Beitrag zur Theorie des Politischen von Hannah Arendt [Juízo e bom senso: uma contribuição para a teoria da política de Hannah Arendt]. Trabalhou durante oito anos no Centro de Pesquisa e Documentação Chile-América Latina, em Berlim, entidade à qual continua ligado. Também é ativo na Kooperation Brasilien, rede alemã de organizações de solidariedade ao Brasil.

 


 

Antonio Lino nasceu em São Paulo, em 1978. Formado em Comunicação Social, trabalha há mais de quinze anos como redator independente para organizações da sociedade civil e para o governo, escrevendo sobre temas como políticas públicas de juventude, meio ambiente e cultura popular. Durante um ano e três meses, morou numa Kombi e percorreu mais de trinta mil quilômetros pelo Brasil. Em 2011, publicou o livro Encaramujado, que reúne suas crônicas de viagem. Atualmente, depois de uma temporada de dez meses na África, o autor prepara um romance sobre a história da Libéria. Pela Editora Elefante, publicou Branco vivo. Mais informações em www.antoniolino.com.br.

 


 

Araquém Alcântara nasceu em Florianópolis em 1951 e é um dos mais importantes fotógrafos em atuação no país. Desde 1970, se dedica integralmente à documentação da natureza e do povo brasileiro. É autor de mais de quarenta livros, como TerraBrasil (1997), Brasileiros (2004), Amazônia (2005), Bichos do Brasil (2008) e Sertão sem fim (2009). Premiado nacional e internacionalmente, já teve mais de setenta exposições individuais. Priorizando a fotografia como expressão plástica e instrumento de transformação social, é um dos mais combativos artistas em defesa do patrimônio natural do país. Suas fotografias dos profissionais de saúde do Programa Mais Médicos ilustram o livro Branco vivo, de Antonio Lino. Mais informações em www.araquem.com.br.

 


 

Silvia Federici durante entrevista.Silvia Federici é uma intelectual militante de tradição feminista marxista autônoma. Nascida na cidade italiana de Parma em 1942, mudou-se para os Estados Unidos em 1967, onde foi cofundadora do International Feminist Collective (coletivo internacional feminista), participou da Wages for Housework Campaign (Campanha por um salário para o trabalho doméstico) e contribuiu com o Midnight Notes Collective (coletivo notas da meia-noite). Durante os anos 1980 foi professora na Universidade de Port Harcourt, na Nigéria, onde acompanhou a organização feminista Women in Nigeria (mulheres na Nigéria) e contribuiu para a criação do Committee for Academic Freedom in Africa (comitê para a liberdade acadêmica na África). Na Nigéria, pôde ainda presenciar a implementação de uma série de ajustes estruturais patrocinada pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial. Atualmente, Silvia Federici é professora emérita da Universidade de Hofstra, em Nova York. Pela Editora Elefante, publicou o livro Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva em julho de 2017. Também é autora de Revolution at Point Zero: Housework, Reproduction, and Feminist Struggle [Revolução em ponto zero: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista], inédito no Brasil, e possui inúmeros artigos sobre feminismo, colonialismo, globalização, trabalho precário, commons e outros temas correlatos.

 


 

scholz-440Trebor Scholz é professor associado da The New School, em Nova York, nos Estados Unidos, onde ministra cursos sobre internet e sociedade. Junto a diversxs colaboradorxs, tem se dedicado à crítica do sistema de valores que alimenta a chamada “economia do compartilhamento”. Pela Editora Elefante, publicou Cooperativismo de plataforma: contestando a economia do compartilhamento corporativa, em parceria com a Autonomia Literária, em março de 2017. O livro é resultado de conferência em que mais de mil participantes discutiram ideias para a criação de um novo tipo de economia online. Também é autor de Uber-Worked and Underpaid. How Workers Are Disrupting the Digital Economy (Polity, 2016), ainda inédito no Brasil.

 


 

desterros_lancamento_34Natalia Timerman nasceu em 1981 em São Paulo, onde mora. Médica psiquiatra pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mestra em psicologia clínica que defendeu na Universidade de São Paulo (USP), cursa o núcleo de ficção da pós-graduação em formação de escritores do Instituto Vera Cruz. Trabalha como psiquiatra no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário desde 2012. Pela Editora Elefante, publicou o livro Desterros: histórias de um hospital-prisão, seu livro de estreia, em fevereiro de 2017.

 


 

Paulo de Tarso L. Brandão nasceu em Cruz Alta (RS) e reside atualmente em São Paulo (SP). Formado bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina, é escritor, compositor e violonista. Em novembro de 2016, publicou pela Editora Elefante O livro das diferenças, sua primeira obra de poesia, com fotos de Maíra Imenes Ishida.

 


 


Fabio Luis Barbosa dos Santos
 é doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP), professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Osasco e autor do livro Origens do pensamento e da política radical na América Latina (Editora Unicamp, 2016). Pela Editora Elefante, publicou o ensaio Além do PT: a crise da esquerda brasileira em perspectiva latino-americana, em novembro de 2016, com reedição em março de 2017, e co-organizou o livro Cuba no século XXI: dilemas da revolução.

 


 

Vitor Flynn Paciornik é quadrinista e ilustrador. Formado em Artes Plásticas e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), mantém desde 2013 o blogue autoral Quadrinhos B, dedicado a histórias curtas. Em outubro de 2016 publicou pela Editora Elefante o livro Xondaro, HQ sobre a luta dos Guarani Mbya pela demarcação de suas terras dentro dos limites da maior cidade da América do Sul.

 


 

img_7574_24170060913_oAlberto Acosta é político e economista. Nasceu em Quito, capital do Equador, em 1948. Graduou-se em economia na Universidade de Colônia, na Alemanha, onde também se especializou em comércio exterior, marketing, geografia econômica e economia energética. Trabalhou como consultor de diversos organismos equatorianos e internacionais, como a Organización Latinoamericana de Energía e o Instituto Latinoamericano de Investigaciones Sociales. Foi gerente de comércio da Corporación Estatal Petrolera Ecuatoriana. Dedica-se ao estudo da dívida externa do Equador desde 1982. Participou da fundação do Instituto de Estudios Ecologistas del Tercer Mundo e do partido Alianza País, que ascendeu à Presidência da República em janeiro de 2007 com Rafael Correa. No primeiro ano de mandato, Acosta assumiu o Ministério de Energia e Minas por cinco meses. Em novembro foi eleito presidente da Assembleia Constituinte do Equador, cargo a que renunciou menos de um ano depois, em junho de 2008, antes mesmo da aprovação da Carta, devido a divergências com Correa. Os desentendimentos provocaram ainda sua saída da Alianza País. Ajudou a fundar o movimento Montecristi Vive, que reivindica o Buen Vivir, os Direitos da Natureza e a plurinacionalidade expressos na Constituição equatoriana. Em 2013, lançou-se como candidato à Presidência da República pela Unidad Plurinacional de las Izquierdas, obtendo escasso apoio popular. É professor da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, além de companheiro de luta dos movimentos indígenas, sindicais, camponeses, ecologistas e feministas do Equador. Publicou vários livros, entre eles, Breve história econômica do Equador (Funag, 2006) e La maldición de la abundancia (Abya-Yala, 2009). Pela Editora Elefante, publicou em janeiro de 2016 o livro O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos, em parceria com a Autonomia Literária.

 


 

Nascido no ensolarado balneário turístico de Diadema, capital paulista de homicídios dolosos, em algum momento indeterminado das últimas três décadas, Wanderley Coutinho, mais conhecido como WC ou ainda Dáblio C., se notabilizou por vagar pelas ruas de São Bernardo do Campo, indo de bar em bar para coletar histórias, mostrar seus traços e chamar o Velho. Nessa vida em trânsito, muitos mitos surgiram sobre sua pessoa, o que agora buscaremos esclarecer. Primeiro, Dáblio não é o Bebê-Diabo cujo nascimento foi noticiado pelo Notícias Populares, embora seja verdade que ele namorou um tempo a Loira do Banheiro. Ele se alimenta de outras coisas além de cachaça, como, por exemplo, cerveja e rapé. Este livro não é só de material inédito, inclui também cartuns e histórias anteriormente publicadas nos zines Woin, Persona non grata e Ignóbil. Ele é capaz de sair da cidade de São Bernardo para comparecer a eventos sociais, apenas prefere não fazer isso se tiver como evitar. Dáblio não vira pó se exposto à luz do sol. Na verdade, ele se transmuta em um bêbado de ressaca. Seus quadrinhos já foram exibidos em centros culturais de diversas cidades da região metropolitana de São Paulo, mas ele não lembra disso e, quando menciono, ele nega. Também é verdade que seus maiores ídolos são Robert Crumb, Charles Bukowski, GG Allin e Odair José. Apesar de ser frequentemente confundido nas ruas, ele não é o vocalista do System of a Down, mas não se importa de dar autógrafos e tirar fotos como se fosse, desde que se peça com carinho.

 


 

Breno Ferreira, a poesia doída de um natural do nosso querido interior paulista. Limeira, caros amigos, LI-MEI-RA. Terra de origem (diz-se) de nada mais nada menos que nosso acepipe favorito: a coxinha! E que origem afrescalhada, ora! Procure saber. Bom, o ponto é que nossa lenda, nosso monstro, nosso MITO é o jovem quadrinista (nem tanto: 1985, cabelo já rareando, mas ssssshhhhhh…) que mais impressiona nos dois campos: seja no desenho, na fartura de dobras e rugas, nos pelos, no asco dos seus personagens cuja miséria pode-se notar só de olhar seus ombros arqueados e seu olhar cansado; seja pelo texto – e aqui sublinho – QUE TEXTO! O cara é poeta, e não é brincadeira não, chegado. Pede pra ler os cadernos dele pra você ver uma coisa. Não é redundante nem previsível – e nem um pouco didático. As tirinhas (que começaram no blogue do Cabuloso Suco Gástrico em 2012) têm uma qualidade que faz delas muito especiais: são de fato ideias visuais desenhadas, ou seja, o cara que vira um dente do siso… Sofrei, pobres mortais! Tens então em mãos o début solo do nosso baraum, a lenda dos pés descalços da zona oeste de São Paulo. E digo mais: é chute na bunda e soco na cara, um atrás do outro. Podem chorar, crianças, porque ele veio pra ficar – e muitos com azia vai deixar.

 


 

Tadeu Breda, jornalista formado pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), com estudos livres pela Universidad Carlos III de Madrid (UC3M), na Espanha, é autor de O Equador é verde: Rafael Correa e os paradigmas do desenvolvimento (Elefante, 2011) e coautor de Memória ocular: cenas de um Estado que cega (Elefante, 2018), em parceria com Sérgio Silva. Traduziu os livros O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos, de Alberto Acosta (Elefante & Autonomia Literária, 2016) e Pós-extrativismo e decrescimento: saídas do labirinto capitalista, de Alberto Acosta e Ulrich Brand (Elefante & Autonomia Literária, 2018). É coordenador da Editora Elefante.